Como a inteligência artificial está ajudando no combate à Covid-19

Como a inteligência artificial está ajudando no combate à Covid-19

A inovação vem, em grande parte, dos momentos de necessidade. Com a pandemia do novo coronavírus, a Inteligência Artificial vem proporcionando invenções que contribuem para o combate à Covid-19. O portal Entrepreneur listou quatro maneiras pelas quais a tecnologia está contribuindo para tornar nosso mundo mais seguro durante esse período.

Confira:

1. Prevendo a propagação da doença

Uma das maiores preocupações das autoridades de saúde é alta trasmissibilidade do coronavírus. Apesar da comprovação de que o vírus é transmitido facilmente entre as pessoas, alguns países demoraram muito a adotar medidas de contenção, como fechamento de fronteiras e isolamento social

Mas Israel está lidando com isso a partir da tecnologia. Por meio de um formulário e de um sistema de pesquisa que utiliza a inteligência artificial, os cidadãos respondem questões importantes, como sintomas de saúde e práticas de isolamento que vêm adotando.

Em seguida, as respostas são combinadas com um algoritmo baseado na localização de cada um. Dessa maneira, é possível identificar possíveis focos de contaminação pela Covid-19 com antecedência, auxiliando as autoridades locais a adotar medidas que retardarão a transmissão.

2. Auxiliando centros de suporte ao paciente

Com o alerta da contaminação, é comum que hospitais estejam sobrecarregados, visto o grande número de pessoas que procuram o sistema de saúde. Graças aos assistentes virtuais incorporados a sites e aplicativos, os profissionais que dão suporte a pacientes tiveram sua carga de trabalho reduzida. Essas ferramentas são desenvolvidas especialmente para solucionar questões relacionadas ao novo coronavírus.

Um exemplo é o Hyro, assistente virtual gratuito que está sendo oferecido a organizações e insituições de assistência médica dos Estados Unidos para auxiliar no gerenciamento das chamadas e dúvidas sobre a Covid-19. O sistema responde perguntas frequentes sobre o novo coronavírus e orienta as pessoas com base em informações da Organização Mundial da Saúde e do Centro de Controle de Prevenção de Doenças dos EUA.

3. Combantendo as fake news

Com o avanço da pandemia, cresceram também as ondas de fake news espalhadas por meio das redes sociais: mensagens que subestimam os riscos da doença e informações falsas sobre a adoção da quarentena, por exemplo, são constantes. As fake news podem contribuir para a disseminação do pânico e até levar a população a tomar medidas que prejudiquem a saúde. 

Ainda que o capital humano seja usado no combate às notícias falsas, muitos estão trabalhando em home office e há risco de que ocorram erros na supervisão das informações. É aí que entra a inteligência artificial, que consegue fazer uma ronda e melhorar a qualidade do conteúdo disseminado.

Jacob Kastrenakes, do The Verge, diz que o YouTube dependerá mais da inteligência artificial para moderar vídeos durante a pandemia do coronavírus, já que muitos dos revisores humanos estão sendo enviados para casa para limitar a propagação do vírus. “Isso significa que os vídeos podem ser retirados do site apenas porque são sinalizados pela AI como potencialmente violadores de uma política. Ao mesmo tempo, eles são encaminhados para um revisor humano, que confirma a suspensão”, explica.

4. Identificando pacientes doentes

Um dos principais desafios no combate ao novo coronavírus é, segundo o Guardian, o fato de que muitas pessoas apresentam sintomas leves muito semelhantes aos de um resfriado comuns — e outras são até assintomáticas. Isso faz com que, sem saber, os pacientes transmitam o vírus infectando outras pessoas.

A inteligência artificial, ainda que lentamente, já está mudando isso. Na China, um algoritmo que funciona a partir da visão de computador foi desenvolvido para medir a temperatura da população em espaços e sinalizar qualquer pessoa que apresente febre leve. Outro algoritmo da IA ajuda médicos a determinar com mais precisão se o paciente realmente tem chances de estar com a Covid-19 ou com uma pneumonia comum. 

Em Washington, nos Estados Unidos, robôs foram usados para fornecer consultas e tratamento remoto para impedir que haja contaminação entre médicos e pacientes, quando o caso não for grave.

Uma série de medidas podem ser adotadas pelas empresas para preservar a saúde dos funcionários. A Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec) do Ministério da Economia recomenda que os empresários se atentem às recomendações da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho.

Saiba mais:http://trabalho.gov.br/images/Noticias/OFCIO_CIRCULAR_SEI_n_1088_de_2020_ME2.pdf

Fonte:

Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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